Nortel lança Programa de Comunicações Unificadas para empresas Latino-americanas

A Nortel apresenta o programa-piloto de Comunicações Unificadas (UC – do inglês Unified Communication) dirigido às empresas da América Latina, com o qual usuários e administradores de TI terão acesso a serviços, hardwares e ferramentas de gestão inovadoras, que podem ser instaladas dentro da própria infra-estrutura da companhia, sem a necessidade de investimentos adicionais. Esta característica garante vantagens competitivas que incluem colaboração, produtividade e agilidade na entrega dos produtos.

O novo programa integra o hardware da Nortel e o Microsoft Office Communications Server (OCS) 2007, independente de qual seja o provedor usado pela companhia. Assim, os serviços Nortel ganham agilidade, potencializando a mobilidade dos colaboradores ao agregar recursos de voz, vídeos e dados - permitindo disponibilidade, onde quer que o usuário esteja. Para as companhias, isso se reflete diretamente na otimização dos recursos financeiros e também de tempo, além de impulsionar um aumento considerável da produtividade e da rentabilidade.

“Nosso objetivo é dar oportunidade para que empresas de todos os tamanhos e regiões desfrutem das facilidades de UC. Nossa aliança com a Microsoft é exclusiva e hoje contamos com mais de 800 clientes em nosso portfólio e mais de um milhão de licenças vendidas. Isso demonstra nossa atuação e a forte penetração em empresas de todo mundo. Entendemos que a comunicação e a tecnologia da informação são convergentes e que o software é a chave para agilizar os processos e negócios”, afirma Alexandro Bourg, diretor de Aliança de Comunicações Inovadoras (ICA) para Nortel na America Latina.

Outro destaque é que as soluções unificadas da Microsoft se integram aos aplicativos dos computadores dos escritórios, permitindo ao usuário uma experiência consistente e intuitiva. Além disso, durante o período de teste, a Nortel oferece às empresas serviços de consultoria, desenvolvimento e implantação, bem como serviços de suporte técnico e administração do projeto, treinamento e hardware.

De acordo com Rita D’Andrea, diretora de Vendas de Mercado Corporativo da Nortel, com o uso das soluções de UC as empresas podem alcançar anualmente uma receita adicional, por colaborador, de aproximadamente 6,3%*. “Além disso, há economia de 40% no consumo de energia e redução de até 50% do custo da operação. Por sua vez, os colaboradores têm um incremento de até 20 vezes em seu desempenho e aumentam em até sete vezes suas habilidades de resiliência. Sem contar o **incremento da produtividade em aproximadamente 18%, resultando não apenas na satisfação dos colaboradores, mas também no retorno sobre o investimento (ROI) de até 178%”, destaca a executiva.

Para receber mais informações sobre o programa e também participar, basta contatar os representantes da Nortel no país ou enviar uma mensagem para infocala@nortel.com. Detalhes sobre o programa pode ser conferidos em: http://www.nortel.com/prd/si/collateral/nn123878.pdf

Sobre a Nortel
A Nortel é reconhecida como líder no fornecimento de soluções de comunicações que aprimoram a experiência humana, fomentam e movimentam o comércio mundial e ainda garantem a segurança e protegem as informações mais importantes no mundo. Destinadas igualmente aos provedores de serviços e empresas, nossas tecnologias de última geração abrangem redes de acesso e core, conferem suporte a aplicações multimídia e críticas para a empresa, assim como ajudam a eliminar as atuais barreiras que se opõem à eficiência, à velocidade e ao desempenho, simplificando redes e conectando pessoas a informações. A Nortel atua em mais de 150 países.

LAERTE GOMES É NOVO PRESIDENTE DA AROM/

Com uma chapa forte, unida e coesa, que trouxe o apoio até do governador Ivo Cassol, o prefeito reeleito de Alvorada D'Oeste, Laerte Gomes (PR) foi eleito, na última sexta-feira (19), o novo presidente da AROM (Associação Rondoniense de Municípios), devendo cumprir o seu mandato no biênio 2009/10.

Tendo como vice-presidente de sua chapa, o prefeito de Nova União, Luiz Gomes (PP), Laerte derrotou, com a chapa "Municipalismo Forte", não só o prefeito de Monte Negro, Eloizio Antonio da Silva, mas também o prefeito de Porto Velho, Roberto Sobrinho, que era o vice da chapa. Laerte e Luiz Gomes conseguiram um total de 31 votos contra apenas 16 dados ao seu adversário.

Laerte disse ontem, que a nova diretoria só deve começar a trabalhar mesmo a partir de Janeiro e anunciou que pretende conseguir mais apoio e suporte técnico aos municípios. "Precisaremos trabalhar para que os nossos municípios consigam ter mais suporte técnico, principalmente aqueles considerados mais carentes de mão-de-obra especializada", afirmou, destacando ainda que esse suporte ele quer conseguir junto aos governos federal, estadual, e em especial, com o apoio da Confederação Nacional dos Municípios.

DIRETORIA - A nova diretoria da AROM após os resultados da eleição que ocorreu neste sexta-feira, ficou assim constituída. Chapa "Municipalismo Forte": Presidente - Laerte Gomes (Alvorada D'Oeste), Vice- presidente - Luiz Gomes (Nova União), Secretário Geral Charles Luiz (Vale do Paraíso). Membros: Atalibio Pegorine (Guajará-Mirim), Luiz Rover (Vilhena), Elson da Silva (Buritis), Valcir Silas (Nova Brasilândia). Conselho Fiscal: Neuri Persch (Min. Andreazza), Jaqueline dos Santos (Costa Marques), Jairo Souza (São Francisco), Cloreni Matt (Santa Luzia), Daniel Deina (Alta Floresta), e, Anedino Carlos Pereira Junior (Colorado D'Oeste).

STJ nega mais um habeas-corpus de Salvatore Cacciola

A Terceira Seção negou, por unanimidade, o pedido de habeas-corpus do ex-banqueiro Alberto Salvatore Cacciola. Os ministros do órgão julgador do Superior Tribunal de Justiça (STJ) acompanharam o voto da relatora, desembargadora convocada do Tribunal de Justiça de Minas Gerais, Jane Silva.

No pedido, a defesa de Cacciola alegou que, no processo de extradição, o ministro de Estado das Relações Exteriores e o da Justiça não comunicaram ao Judiciário, de maneira integral, o teor do tratado de extradição que o trouxe de volta ao país.

Cacciola foi preso em setembro de 2007, enquanto passeava no Principado de Mônaco. O réu era proprietário do Banco Marka e é acusado de crimes contra o sistema financeiro. O ex-banqueiro estava foragido na Itália desde 2000.

No pedido de habeas-corpus, os advogados alegam que o acordo de extradição com Mônaco havia sido descumprido, já que não teria sido respeitado o princípio da especialidade. Alegaram que o réu só poderia estar preso pelas acusações específicas que motivaram a extradição, o que não seria o caso.

Cacciola também estaria sendo mantido preso por outras acusações. Os advogados alegaram que a prisão preventiva seria ilegal e cercearia o direito à ampla defesa. Afirmaram não ter tido acesso ao inteiro teor do acordo de extradição, o que impediria a defesa. Pediram, por fim, a imediata liberação de Cacciola.

Em seu voto, a desembargadora Jane da Silva considerou que não haveria evidente constrangimento ilegal e que a prisão preventiva seria justificada. Ela afirmou que os ministros haviam informado ao Judiciário as condições da prisão e encaminhado as peças, portanto não houve nenhuma dificuldade para a defesa ter acesso à documentação.

Brasil tem mais autoridade para debater aquecimento global, diz Lula

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou nesta segunda-feira que o lançamento do Plano Nacional de Mudanças do Clima dará ao Brasil mais autoridade para debater o aquecimento global com os demais países.

Na semana passada, o governo brasileiro assumiu a meta de reduzir a taxa anual do desmatamento da Amazônia à praticamente a metade até 2017, para 5.850 quilômetros quadrados. A destruição da floresta é o principal fator de emissão de gases de efeito estufa no país.

– Nós queremos fazer esse debate sobre a questão climática com o mundo dando exemplo daquilo que o Brasil sabe fazer, pode fazer e está fazendo – declarou Lula em seu programa semanal de rádio, Café com o Presidente.

Segundo o presidente, para atingir o objetivo, o Brasil terá policiais para proteger a Amazônia e o governo federal fará parcerias com os Estados e municípios a fim de combater o desmatamento.

– Nós estamos assumindo um compromisso muito sério, que eu penso que nenhum país do mundo assumiu – complementou.

O desmatamento da Amazônia teve um aumento de 3,8% em um ano (de agosto de 2007 a julho deste ano), alcançando 11.986 quilômetros quadrados.

Foi a primeira alta anual em quatro anos. O dado, no entanto, ainda está longe do pico registrado em 2004, de 27.379 quilômetros quadrados de destruição.

Comunidades
Lula também afirmou que a presença do Estado nas comunidades é “a forma mais eficaz” no combate à criminalidade no país. Ao comentar o programa Territórios da Cidadania, ele afirmou estar otimista e orgulhoso diante da iniciativa.

– É a presença do Estado lá dentro, nas três esferas: o governo federal, estadual e municipal, com políticas públicas que possam dizer para o jovem que há uma esperança. Basta ele acreditar e o governo cumprir com as suas obrigações que a gente pode tranqüilamente conquistar este jovem que está no fio da navalha entre a criminalidade e a cidadania plena, civilizada, harmônica com a sua família – disse.

Ainda no Café com o Presidente, Lula admitiu que o medida representa “um desafio extraordinário”, uma vez que não adianta dizer apenas que é preciso “colocar polícia” nas comunidades.

“Polícia é importante, mas é preciso que a gente organize a sociedade, dê força à juventude, às mães, aos pais. Mas, sobretudo, que nós levemos para lá esporte, lazer, cultura, formação profissional e trabalho porque é isso que vai ganhar do crime organizado e fazer com que a juventude acredite piamente na figura do Estado. Acho que nós estamos no caminho certo”.

Amigo do presidente
Ainda nesta quarta-feira, Lula viajou a Sorocaba (SP) para o velório e sepultamento do ex-presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba, Wilson Fernando da Silva. Conhecido como Bolinha, o metalúrgico, de 57 anos, era amigo do presidente e morreu de câncer na noite deste domingo. Bolinha foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de Sorocaba e Região nos anos 80 e começou a militar em São Bernardo do Campo (SP), onde conheceu Lula.

A viagem não estava prevista na agenda do presidente. O velório ocorreu na sede do sindicato com o sepultamento no Cemitério PAX, de acordo com a assessoria de imprensa do sindicato.

STF restringe a prisão civil por dívida a inadimplente de pensão alimentícia

Por maioria, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) arquivou, nesta quarta-feira (03), o Recurso Extraordinário (RE) 349703 e, por unanimidade, negou provimento ao RE 466343, que ambos discutiam a prisão civil de alienante fiduciário infiel. O Plenário estendeu a proibição de prisão civil por dívida, prevista no artigo 5º, inciso LXVII, da Constituição Federal (CF), à hipótese de infidelidade no depósito de bens e, por analogia, também à alienação fiduciária, tratada nos dois recursos.

Assim, a jurisprudência da Corte evoluiu no sentido de que a prisão civil por dívida é aplicável apenas ao responsável pelo inadimplemento voluntário e inescusável de obrigação alimentícia. O Tribunal entendeu que a segunda parte do dispositivo constitucional que versa sobre o assunto é de aplicação facultativa quanto ao devedor – excetuado o inadimplente com alimentos – e, também, ainda carente de lei que defina rito processual e prazos.

Súmula revogada
Também por maioria, o STF decidiu no mesmo sentido um terceiro processo versando sobre o mesmo assunto, o Habeas Corpus 87585. Para dar conseqüência a esta decisão, revogou a Súmula 619, do STF, segundo a qual "a prisão do depositário judicial pode ser decretada no próprio processo em que se constituiu o encargo, independentemente da propositura de ação de depósito".

Ao trazer o assunto de volta a julgamento, depois de pedir vista em março deste ano, o ministro Carlos Alberto Menezes Direito defendeu a prisão do depositário judicial infiel. Entretanto, como foi voto vencido, advertiu que, neste caso, o Tribunal teria de revogar a Súmula 619, o que acabou ocorrendo.

As ações
Nos REs, em processos contra clientes, os bancos Itaú e Bradesco questionavam decisões que entenderam que o contrato de alienação fiduciária em garantia é insuscetível de ser equiparado ao contrato de depósito de bem alheio (depositário infiel) para efeito de prisão civil.

O mesmo tema estava em discussão no HC 87585, em que Alberto de Ribamar Costa questiona acórdão do STJ. Ele sustenta que, se for mantida a decisão que decretou sua prisão, "estará respondendo pela dívida através de sua liberdade, o que não pode ser aceito no moderno Estado Democrático de Direito, não havendo razoabilidade e utilidade da pena de prisão para os fins do processo".

Ele fundamentou seu pleito na impossibilidade de decretação da prisão de depositário infiel, à luz da redação trazida pela Emenda Constitucional 45, de 31 de dezembro de 2004, que tornou os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos equivalentes à norma constitucional, a qual tem aplicação imediata, referindo-se ao pacto de São José da Costa Rica, do qual o Brasil é signatário.

Direitos humanos e gradação dos tratados internacionais
Em toda a discussão sobre o assunto prevaleceu o entendimento de que o direito à liberdade é um dos direitos humanos fundamentais priorizados pela Constituição Federal (CF) e que sua privação somente pode ocorrer em casos excepcionalíssimos. E, no entendimento de todos os ministros presentes à sessão, neste caso não se enquadra a prisão civil por dívida.

"A Constituição Federal não deve ter receio quanto aos direitos fundamentais", disse o ministro Cezar Peluso, ao lembrar que os direitos humanos são direitos fundamentais com primazia na Constituição. "O corpo humano, em qualquer hipótese (de dívida) é o mesmo. O valor e a tutela jurídica que ele merece são os mesmos. A modalidade do depósito é irrelevante. A estratégia jurídica para cobrar dívida sobre o corpo humano é um retrocesso ao tempo em que o corpo humano era o 'corpus vilis' (corpo vil), sujeito a qualquer coisa".

Ao proferir seu voto, a ministra Ellen Gracie afirmou que "o respeito aos direitos humanos é virtuoso, no mundo globalizado". "Só temos a lucrar com sua difusão e seu respeito por todas as nações", acrescentou ela.

No mesmo sentido, o ministro Menezes Direito afirmou que "há uma força teórica para legitimar-se como fonte protetora dos direitos humanos, inspirada na ética, de convivência entre os Estados com respeito aos direitos humanos".

Tratados e convenções proíbem a prisão por dívida
Menezes Direito filiou-se à tese hoje majoritária, no Plenário, que dá status supralegal (acima da legislação ordinária) a esses tratados, situando-os, no entanto, em nível abaixo da Constituição. Essa corrente, no entanto, admite dar a eles status de constitucionalidade, se votados pela mesma sistemática das emendas constitucionais (ECs) pelo Congresso Nacional, ou seja: maioria de dois terços, em dois turnos de votação, conforme previsto no parágrafo 3º, acrescido pela pela Emenda Constitucional nº 45/2004 ao artigo 5º da Constituição Federal.

No voto que proferiu em 12 de março, quando o julgamento foi interrompido por pedido de vista de Menezes Direito, o ministro Celso de Mello lembrou que o Pacto de São José da Costa Rica sobre Direitos Humanos, ratificado pelo Brasil em 1992, proíbe, em seu artigo 7º, parágrafo 7º, a prisão civil por dívida, excetuado o devedor voluntário de pensão alimentícia.

O mesmo, segundo ele, ocorre com o artigo 11 do Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos, patrocinado em 1966 pela Organização das Nações Unidas (ONU), ao qual o Brasil aderiu em 1990.Até a Declaração Americana dos Direitos da Pessoa Humana, firmada em 1948, em Bogotá (Colômbia), com a participação do Brasil, já previa esta proibição, enquanto a Constituição brasileira de 1988 ainda recepcionou legislação antiga sobre o assunto.

Também a Conferência Mundial sobre Direitos Humanos, realizada em Viena (Áustria), em 1993, com participação ativa da delegação brasileira, então chefiada pelo ex-ministro da Justiça e ministro aposentado do STF Maurício Corrêa, preconizou o fim da prisão civil por dívida. O ministro lembrou que, naquele evento, ficou bem marcada a interdependência entre democracia e o respeito dos direitos da pessoa humana, tendência que se vem consolidando em todo o mundo.

O ministro invocou o disposto no artigo 4º, inciso II, da Constituição, que preconiza a prevalência dos direitos humanos como princípio nas suas relações internacionais, para defender a tese de que os tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos, mesmo os firmados antes do advento da Constituição de 1988, devem ter o mesmo status dos dispositivos inscritos na Constituição Federal (CF). Ele ponderou, no entanto, que tais tratados e convenções não podem contrariar o disposto na Constituição, somente complementá-la.

A CF já dispõe, no parágrafo 2º do artigo 5º, que os direitos e garantias nela expressos "não excluem outros decorrentes do regime e dos princípios por ela adotados, ou dos tratados internacionais em que a República Federativa do Brasil seja parte".

Duas teses
O ministro Menezes Direito filiou-se à tese defendida pelo presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, que concede aos tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos a que o Brasil aderiu um status supralegal, porém admitindo a hipótese do nível constitucional delas, quando ratificados pelo Congersso de acordo com a EC 45 (parágrafo 3º do artigo 5º da CF).

Neste contexto, o ministro Gilmar Mendes advertiu para o que considerou um "risco para a segurança jurídica" a equiparação dos textos dos tratados e convenções internacionais sobre direitos humanos de que o Brasil é signatário ao texto constitucional. Segundo ele, o constituinte agiu com maturidade ao acrescentar o parágrafo 3º ao artigo 5º da CF.

No mesmo sentido se manifestaram os ministros Marco Aurélio, Ricardo Lewandowski e Cármen Lúcia, além de Menezes Direito. Foram votos vencidos parcialmente - defendendo o status constitucional dos tratados sobre direitos humanos os ministros Celso de Mello, Cezar Peluso, Eros Grau e Ellen Gracie.

Fonte: STF

Show de Mafalda Minnozzi será dia 12 de dezembro em Cacoal

Cacoal (RO) - A Associação Assistencial à Saúde São Daniel Comboni (ASSDACO) está preparando os últimos detalhes para a IV edição do Jantar Italiano em prol do Hospital São Daniel Comboni. O evento acontecerá no dia 12 de dezembro de 2008, a partir das 20h, no Cacoal Selva Park. A ASSDACO alterou o dia do jantar para o dia 12 de dezembro (sexta-feira) em virtude de que, no dia 13 de dezembro (sábado), outros grandes eventos concorreriam com a IV edição do Jantar Italiano. A alteração na data do jantar teve como objetivo principal aumentar, ainda mais, a renda em prol do hospital.

O público terá o prazer de desfrutar das belas canções interpretadas por Mafalda Minnozzi. Esta edição estará sob o comando de Mafalda Minozzi, cantora italiana, que conduzirá um show à altura dos colaboradores desta grandiosa obra. A apresentação ao vivo de Mafalda impressiona pela energia e pelas cores de sua voz. O público ouvirá a essência da música italiana. A emoção é garantida!

Mafalda já esteve em Cacoal no ano de 2003 e 2005 e afirmou ter ciência da grande obra que Padre Franco Vialetto idealizou e desenvolve em parceria com a comunidade, o Hospital São Daniel Comboni.

Vendas antecipadas
Segundo a secretária da ASSDACO, Lindomar dos Santos, a mesa, com quatro cadeiras, será vendida ao preço de R$ 250,00 (duzentos e cinqüenta reais). Toda a renda será revertida para continuidade da obra do Hospital que se encontra em estágio avançado.

As mesas estão à venda na Rádio Samaúma, A Luzitana, Membros da ASSDACO. Informações com Luana (9996-4473), Bela Borghi (9960-2107) ou Lindomar (9960-2930). Adquira logo sua mesa, a procura será grande.

A ASSDACO, Associação Assistencial à Saúde São Daniel Comboni, convida às autoridades municipais, estaduais, federais, empresários, sociedade civil que ainda não abraçaram esta causa, para somar rumo à concretização da construção do hospital São Daniel Comboni.

Autor: Paulo Henrique Silva
Fonte: Rondônia in Foco

Papudiskina comenta falta de investimentos no SAAE de Cacoal

PAPUDISKINA
*Daniel Oliveira da Paixão


Desânimo geral no SAAE
O Sacrifício imposto aos servidores de Cacoal, nos últimos 08 anos, acabou gerando uma série de transtornos e a principal delas é o desânimo generalizado em razão dos 54% de perdas salariais acumuladas. Só para se ter uma idéia, em 2000 o salário bruto de um agente administrativo naquele órgão era de aproximadamente 700 reais, o que dava mais de 4 salários mínimos (165 reais na época). Hoje, quase nove anos depois, esse mesmo servidor recebe cerca 826 reais líquidos, o que equivale a menos de dois salários mínimos. Portanto, recompor o salário dos servidores do SAAE é condição essencial para recuperar o ânimo naquele órgão e restabelecer um tratamento mais justo aos trabalhadores. Um dos servidores mais antigos, que pediu anonimato por razões obvias, afirmou que sua última esperança é que o novo prefeito realmente cumpra o acordo assumido durante a campanha, pois do contrário, ele prevê que o órgão continuará a perder funcionários que, desiludidos, estão mudando de emprego e até mudando-se para outras cidades. Ele disse que os servidores já deram a sua cota de sacrifício para que a diretoria conseguisse colocar a casa em ordem e investisse na reestruturação do órgão. "Agora temos de pensar um pouco em nós, em nossas famílias e dentro de nossos direitos, vamos cobrar mais respeito, pois nós e nossas famílias merecemos. O correto seria brigarmos por melhoria de salários, mas do jeito que as coisas andam, conseguir pelo menos recompor o que tiraram de nós, ao longo desse tempo, já será um alívio", concluiu.


Atendimento ao público
A diretoria do SAAE investiu em um novo sistema automatizado e adquiriu alguns monitores de LCD, mas, aparentemente, continua com os mesmos CPUS (computadores) antigos, em condição deplorável de uso. Tanto é verdade que em alguns momentos formam-se filas enormes de clientes simplesmente porque, desesperados e corados de vergonha, os servidores daquela entidade têm de ficar iniciando e reiniciando os computadores. Outro problema gravíssimo e vergonhoso - até hoje ninguém teve coragem e ousadia de falar - é o sistema de distribuição de senhas. Em pleno século 21, quando máquinas de emitir e exibir senhas através de um monitor são relativamente baratas, as senhas no SAAE são blocos de papel cartão, colocados em uma caixa-arquivo, que o tempo todo misturam-se uma as outras. O que acontece no SAAE seria motivo de piada se chegasse ao conhecimento de pessoas com o mínimo de conhecimento em informática. Muitas vezes acontece de um cidadão chegar e ficar com a senha em mãos durante meia hora e chega outra pessoa e acaba "tirando sorte grande" e fica com um número menor. Resultado: quem esperou meia hora, tem de aguardar mais 10 minutos ou mais, até que o felizardo que acabara de chegar está sendo atendido. O servidor que fez essa reclamação, contou-nos: "é triste termos de revelar essas coisas do órgão que defendemos e que é o nosso ganha pão, mas alguém tem de alertar a sociedade para ver se nossos vereadores tornam-se mais combativos e olhem de verdade para o caos em que se encontra o SAAE não só no que diz respeito às vergonhosas perdas salariais que vitimam a cada dia aos pais de famílias, mas também ao péssimo atendimento à população por conta da falta de funcionários e desânimo dos que já estão lá em fornecer um serviço de qualidade, pois não recebem um salário condizente com suas necessidades básicas.

Novos secretários municipais
O prefeito eleito Francesco Vialetto continua muito assediado e pressionado para definir os novos secretários municipais e alguns deles, já definidos, ao que parece estão causando muita reclamação por parte dos servidores, pois trata-se de gente importada de outros municípios (Pelo menos esse é o boato que corre). Por mais que essas pessoas sejam competentes, é comum os prefeitos eleitos privilegiarem quem mora no município. Admite-se, porém, a busca de gente de fora - mas apenas - em caso de profissionais com formação técnica não encontradas em nossa cidade. Um servidor municipal que, temendo perseguição pediu o anonimato, revelou-nos: "não podemos concordar que gente do PT de outros municípios invadam Cacoal de repente, ocupem os cargos importantes, enquanto gente que vive aqui, tem uma história de dedicação à cidade, fique de fora, por conta de um protecionismo partidário. O PT ganhou as eleições em Cacoal, alçado por uma importante coalizão composta por PMDB, PDT, PSC e PHS. Depois de eleitos, é natural que membros do partido venham com essa história de que se elegeram por seus próprios méritos e que esses partidos não representaram muita coisa.É possível que se elegeriam sozinhos? Pode ser. Mas uma vez que aceitaram a composição política, não há como provar essa tese. Além do mais, há regras básicas na convivência política que precisam ser respeitadas. Não se pode desfazer dos aliados, empurrando-os como peças de dominós para que tombem inapelavelmente.


O Estado 'tem culpa' por jovem virar bandido
O presidente foi ao Rio nesta quinta (4). Foi lançar, no complexo do Alemão, um progama social: "Territórios da Paz". Em dicurso, Lula disse que o Estado não pode ser eximido de culpa nos casos em que jovens pobres aderem ao crime. "Quando a gente vê um jovem de 25 anos sendo preso, esse jovem é vítima das políticas econômicas..." É vítima "...das políticas sociais, das políticas educacionais. O Estado tem culpa do jovem ter virado bandido". Na seqüência, Lula tratou de acomodar no assento de culpados todos os gestores públicos das últimas três décadas.

"É importante ter o entendimento político de porque o Brasil empobreceu tanto..." "...Isso é resultado do descaso que os governantes dos últimos 30 anos tiveram com o povo pobre desse país".

O presidente, obviamente, se auto-excluiu do rol de governantes ineptos. A novidade é que já não atribui a "herança maldita" apenas a FHC.

No instante em que Lula discursava no Alemão, moradores das favelas da Maré realizavam uma manifestação.

Protestavam contra a morte de um menino de 8 anos. Foi abatido com um tiro na cabeça. Tiro supostamente disparado pela arma de um PM.

Neste caso, o menino pobre vai à cova antes mesmo de ter a oportunidade de optar entre a vida honesta e a bandidagem.

* Daniel Oliveira da Paixão é jornalista e colunista de política e de assuntos quotidianos em Cacoal, RO.

InterContinental São Paulo e Associação Brasileira de Alta Gastronomia premiaram

Em comemoração ao encerramento de um ano de muitas vitórias no esporte e na cozinha, o Ministério do Esporte, o InterContinental São Paulo e a Associação Brasileira de Alta Gastronomia (Abaga) homenagearam o desempenho dos cozinheiros e confeiteiros da Abaga e atletas olímpicos e paraolímpicos que se destacaram em 2008 em um jantar de premiação. O evento aconteceu ontem, 01/12, no InterContinental São Paulo.

Estiverem presentes no jantar As Duas Faces da Medalha o ministro do Esporte, Orlando Silva, os atletas Tiago Camilo, Hortência, Daiane dos Santos, Leandro Guilheiro, Fofão, Marco Aurélio e Alexandre Whitaker, entre outros. (foto em anexo – Fofão, Tiago Camilo e chef Marcelo Pinheiro)

Já alguns dos chefs de cozinha homenageados foram Marcelo Pinheiro, do InterContinental São Paulo, Mauro Freitas, do InterContinental Rio, Rafael Barros, Ramiro Bertassin, além do confeiteiro do InterContinental São Paulo, Cledivânio Adjar.

A renda obtida com a venda de convites para o jantar será doada à instituição Casa do Tiaminho - Associação de Amparo ao Menor, cujo foco é apoiar a formação e educação de crianças na faixa etária de 6 a 9 anos.

Convênios com Banco Central agilizam processos judiciais

Magistrados passam a contar com dois sistemas informatizados que agilizam o recebimento de informações bancárias de pessoas físicas e jurídicas. O Banco Central do Brasil e o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) assinaram na sessão plenária desta terça-feira (02/12), dois termos de cooperação técnica que substituem atos processuais realizados em papel pela consulta eletrônica ao Cadastro de Clientes do Sistema Financeiro Nacional (CCS) e ao sistema Bacen Jud 2.0.

Cadastro permite ao juiz conhecer as relações bancárias de pessoas ou empresas sem a necessidade de solicitação por meio de papel, como era feito anteriormente. “Os convênios representam um esforço de cooperação e de relacionamento entre as instituições” disse o presidente do CNJ, ministro Gilmar Mendes. O ministro destacou, ainda, que o uso dos sistemas ao invés de solicitações por meio de papel tem o objetivo de “fornecer mais segurança”. Através do CCS, pode-se identificar possíveis fraudes como a utilização de “laranjas” em crimes de “lavagem” de dinheiro. O motivo é que as relações demonstradas incluem as que são realizadas de forma direta pela pessoa ou empresa investigada ou por seus procuradores.

Para o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, os sistemas contribuem de forma efetiva na tramitação dos processos judiciais “permitindo créditos adicionais de agilidade e tempestividade”. O sistema responde ao comando dado ao Banco Central para a criação de um cadastro geral de clientes, correntistas e procuradores através das Leis 10.701/03 e 9.613 que tratam de crimes relacionados a “ lavagem” de dinheiro. O Cadastro eletrônico não contém dados de valor, movimentação financeira, saldos de contas ou aplicações.

Bacen Jud 2.0 - O acesso a esses dados financeiros serão permitidos em um segundo convênio firmado entre o CNJ e o Banco Central também nesta terça-feira relacionado ao aprimoramento do sistema Bacen Jud, que possibilita ordens judiciais de bloqueio, desbloqueio e transferências de valores, a exemplo de penhoras de bens.

As duas instituições trabalharão juntas na divulgação e aperfeiçoamento do sistema Bacen Jud 2.0 que registrou 3 milhões de acessos ao ano. Apesar da significativa utilização do sistema, o Banco Central recebeu, em 2008, 50 mil solicitações em meio físico. “Os procedimentos por meio de papel são menos seguros, mais lentos e mais onerosos para os cofres públicos”, disse Meirelles, que anunciou ainda que os dois sistemas serão fundidos para facilitar a consulta.

Informações sobre o CCS estarão disponíveis na página de abertura do endereço eletrônico www.cnj.jus.br .

Aprovação solidária

Quinze dos dezessete alunos carentes beneficiados pelo Programa Bom Aluno, do Instituto Bom Aluno do Brasil, foram aprovados na primeira fase do vestibular da Universidade Federal do Paraná, dia 16 de novembro. Eles prestaram vestibular para doze cursos, inclusive Medicina, e o curso de formação da Polícia Militar do Paraná. Todos tinham os estudos pagos por empresas privadas nos melhores colégios particulares de Curitiba.

As empresas são parceiras do Programa Bom Aluno, criado pela BS Colway, e assumiram solidariamente os custos de muitos dos estudantes, depois do fechamento da fábrica de pneus, no fim de 2007. Os aprovados na primeira fase da UFPR são custeados pelas empresas Landis+Gyr, Regional, Rocha Top, Vipal , TBG e Amil. O que se espera, agora, é que as mesmas empresas possam custear também o ensino superior dos estudantes, que não deverão decepcionar na segunda fase do concurso.Fabio RiesembergEnfoque Comunicação & EventosR Nicolau Maeder 47 80030-330 Curitiba PRFone e fax: 41-3352-2099

Mega Operação Justiça Rápida na Capital tem aumento de 136%

Em Porto Velho, a "Mega Operação Justiça Rápida Itinerante", realizada no sábado (29), no Fórum dos Juizados Especiais Cíveis e Criminais, foi finalizada com 715 audiências. Houve um aumento de 136% em relação aos trabalhos de 2007. O maior número de audiências foram de ações de cobranças, divórcios, alimentos, investigação de paternidade, separação consensual e pedidos da 2ª via Certidão de Nascimento.

De acordo com o juiz coordenador da Mega Operação na Capital, José Torres Ferreira, o número da produtividade aumentou. “A equipe da operação justiça rápida itinerante da capital fechou com "chave de ouro" suas atividades deste ano, uma vez que houve um recorde histórico de trabalhos, com a realização efetiva das audiências".

Distribuição de cadeira de rodas aumenta 188% em 4 anos

No Dia Internacional da Pessoa com Deficiência (3 de dezembro), o Ministério da Saúde divulga o aumento de 188% na distribuição de cadeiras de rodas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) entre 2003 e 2007. Em 2003, mais de 11 mil cadeiras foram entregues – investimento de R$ 5,2 milhões. Já em 2007, esse número aumentou para 31.851 e um total de mais de R$ 14,5 milhões.

A coordenadora da Área Técnica da Saúde da Pessoa com Deficiência, Érika Pisaneschi, explica que esse aumento faz parte da expansão e fortalecimento da política de saúde para a pessoa com deficiência. Em 2007, somente em procedimentos de órteses e próteses ortopédicas, foram gastos R$ 56,6 milhões para 195.148 procedimentos.
Em 2002, foram 118.211 procedimentos e um total de R$ 35,8 milhões - aumento de 65% no número de procedimentos. Atualmente, existem 156 serviços de saúde para
atendimentos de pessoas com deficiência física.

Além de cadeiras de rodas, são fornecidas outras órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção, como bengalas, muletas e calçados ortopédicos. Ao todo, o SUS garante 83 procedimentos de órteses e próteses para a reabilitação física, além de atendimento e acompanhamento de pessoas que necessitam de cuidados intensivos de reabilitação física (fisioterapia, psicologia, serviço social entre outros). “Não é simplesmente um balcão de entrega de equipamentos. As pessoas precisam ser atendidas na sua integralidade. Elas recebem os equipamentos, mas elas também têm atendimento multiprofissional para dar conta de todas as necessidades do paciente”, explica Érika. Essa associação é o diferencial da organização das redes de serviços de reabilitação.

AGENDA SOCIAL – Considerada uma das prioridades pelo Ministério da Saúde, a expansão do fornecimento de órteses e próteses e meios auxiliares de locomoção e reabilitação está inserida no Programa Mais Saúde e na Agenda Social da Presidência da República. O objetivo é investir nas ações de promoção da acessibilidade das pessoas com deficiência e reduzir a fila de espera por órteses e próteses e tratamentos de reabilitação no SUS.
Para o ano de 2008, houve o incremento de R$ 53 milhões para estados e municípios ampliarem a concessão de órteses e próteses nas suas redes de serviços de reabilitação física. A estimativa é que 185,2 mil pacientes a mais sejam atendidos.
Dentro da agenda, o Ministério da Saúde vai implantar, no período de 2008 - 2011, dez oficinas ortopédicas. Também serão ministrados cursos de formação para ortesistas e protesistas. Estas ações serão financiadas pelo Ministério, por meio de convênios entre as Secretarias Estaduais de Saúde ou Secretarias Municipais de Saúde e o Fundo Nacional de Saúde.

A intenção é ampliar a confecção e o fornecimento de órteses e próteses nos estados que têm dificuldades na compra desses equipamentos e ajudar nas adaptações e ajustes que precisam ser feitos conforme as características do paciente. O primeiro curso está previsto para ser iniciado no primeiro semestre de 2009, em Mato Grosso.
Para a análise das propostas, critérios técnicos foram estabelecidos, entre eles, a prioridade para as regiões Norte e Nordeste, onde não há número significativo de oficinas, foram utilizados como critérios para seleção dos estados o vínculo da oficina ortopédica com a Rede de Serviços de Reabilitação Física do SUS e a existência ou não de oficina ortopédica no estado.

REDES REABILITAÇÃO FÍSICA – Criada em 2002, a Política Nacional de Saúde da Pessoa com Deficiência compreende ações e serviços de saúde de média e alta complexidade. Os serviços de saúde, que compõem as Redes Estaduais de Assistência à Pessoa com Deficiência Física, são responsáveis pela reabilitação e pelo fornecimento de órteses, próteses e meios auxiliares de locomoção.

Dados do Censo 2000 do IBGE mostram que, no Brasil, 24,5 milhões de pessoas - 14,5% da população - têm algum tipo de deficiência ou incapacidade. Deste total, 9,3 milhões (27%) têm deficiência física ou motora. Mais de 57,6 mil pessoas (0,8%) têm tetraplegia (paralisia do pescoço para baixo), paraplegia (paralisia da cintura para baixo), hemiplegia (um dos lados é paralisado) ou é amputado.

Dia do Bem de Barueri se divide para ajudar vítimas de Santa Catarina

A prefeitura de Barueri, que está realizando a segunda edição do Dia do Bem com o objetivo de ajudar o Grupo de Apoio ao Adolescente e à Criança com Câncer (GRAAC), decidiu dividir os resultados das ações com a população de Santa Catarina, priorizando Blumenau. A cidade recebeu alguns integrantes do Movimento do Bem para mostrar como é feita a gincana que antecede a Oktober Fest.

São mais de 200 postos de arrecadação em Barueri, incluindo bibliotecas municipais, postos de saúde, guarda municipal e Unidades Básicas de Saúde. Os interessados também podem ligar para (11) 4199-1333. Entre os itens que podem ser doados estão leite integral tipo longa vida, leite em pó, sabonete, pasta de dente e fralda descartável.

Na quinta-feira, 4, já sai o primeiro caminhão para Blumenau e, na próxima quarta, dia 10, está programado um segundo envio de mercadorias.

O Dia do Bem de 2008, que será no dia 10 de dezembro, encerra um conjunto de ações que já vem acontecendo, como a gincana do bem; agenda do bem; doação de sangue; cardápio do bem. Além disso, outras iniciativas também estão promovendo o Dia do Bem, como uma árvore de Natal enfeitada com cadeiras de rodas doada por um empresário local.

Impactos da BrOi demandam ampla discussão com a sociedade

A TelComp, Associação Brasileira das Prestadoras de Serviços de Telecomunicações Competitivas, ressalta e alerta novamente os órgãos públicos responsáveis pela análise do processo de compra da Brasil Telecom pela Oi, Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), quanto à responsabilidade pela defesa da competição, um dos pilares da Lei Geral de Telecomunicações (LGT) junto à universalização dos serviços de telefonia.

Para a entidade, a integração das companhias traz enormes riscos à pouca concorrência existente hoje. O fato das empresas não estarem em áreas sobrepostas não isola esse problema, mas o agrava. São diversas as reclamações das operadoras competitivas em relação à dificuldade de contratação de linhas dedicadas (EILDs) junto às duas concessionárias, que excedem sua posição de poder de mercado, pois praticam tratamento discriminatório na fixação de prazos de atendimento às solicitações, favorecendo suas coligadas. Além disso, as operadoras estabelecem condições anti-competitivas, abusando do uso de projetos especiais. "Na verdade, por ser a rede parte da concessão, o acesso a ela, por meio da oferta de EILD na sua forma padrão, deveria ocorrer em toda localidade atendida por serviços de telefonia fixa com acessos individuais", afirma Luis Cuza, presidente executivo da TelComp.

Para Cuza, a defesa da competição intra rede pública, com o apoio dos instrumentos de revenda, desagregação de redes e precificação por modelos de custos, e entre redes, por meio da obrigatoriedade de interconexão, da não concentração de redes e da portabilidade numérica, reitera o posicionamento da entidade referente à diminuição de barreiras à entrada de operadoras no mercado e a possibilidade de coexistência de um grande número de companhias. "Esta tese, compartilhada pela grande maioria das mais de 40 associadas da TelComp, é de fato a política para fomentar melhores serviços aos consumidores e menores preços, em linha com o binômio competição e universalização, norteadores da LGT", destaca.

Como forma de estabelecer a concorrência, a TelComp entende que se faz necessária a ampla publicação, com a devida antecedência para avaliação pela sociedade, dos estudos e análises regulatória, legal e concorrencial sobre os resultados da criação da BrOi. Para a entidade, é preciso respostas para as seguintes perguntas: como limitar e prevenir condutas anticompetitivas de uma grande concessionária contra os concorrentes e sem prejuízo aos consumidores? Como reduzir os obstáculos à entrada de novos operadores no mercado com uma empresa controladora da rede pública presente em 97% do território? Como garantir que os ganhos de escala e escopo, se existentes, provenientes da operação, sejam repassados aos consumidores?

A TelComp, deste modo, recomenda que se realize uma série de audiências públicas em diferentes regiões do país, para que o Governo e a Agência Reguladora expliquem quais os benefícios oriundos da operação. A entidade alerta para a transparência na prestação de contas à população, em relação à preservação dos ativos públicos sob concessão destas duas operadoras, incluindo a realização de auditorias financeira e sobre os bens reversíveis à União, antes do julgamento final pela Anatel e pelo Cade.

Sobre a TelComp
Fundada em janeiro de 2000, a TelComp é uma Associação de âmbito nacional, sem fins lucrativos, que representa mais de 40 empresas prestadoras de serviços de telecomunicações, com o objetivo de buscar o fortalecimento da competição, a ampliação das oportunidades para as suas associadas e garantia de opções ao usuário. Juntas, estas empresas atendem às necessidades de clientes individuais, empresas e órgãos públicos em todo o Brasil, oferecendo os mais diversos serviços: telefonia fixa, móvel, comunicação de dados, TV por assinatura, conexão à Internet, VoIP, entre outros.

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